segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Clichê

O ator fica sozinho no palco durante todo o espetáculo com um texto cheio de chavões. Lúcio Mauro Filho explica como foi montado texto com mais de 600 clichês.




Fonte: Rj TV

sábado, 29 de janeiro de 2011

Clichê


Lucio Mauro Filho acabou de estrear o primeiro monólogo da carreira, Clichê , no Teatro do Leblon – com um texto (escrito por Marcelo Pedreira ) todo construído à base de... chavões. No entanto, a peça foge do lugar-comum logo no começo, quando, no saguão do teatro, o ator bate um papo informal com a plateia. Confere então a conversa nada clichê com Lucinho: A ideia de dialogar com o público surgiu com qual intenção? – É um truque para fazer as pessoas acreditarem que vão assistir mais do mesmo.

Porém, quando começa a peça, é algo totalmente novo. Funciona também como uma hipnose. Estou falando, enquanto observo cada um. A pessoa sente a cumplicidade. É um pacto de confiança.

Qual chavão mais te irrita? – A nível de.
Você não acha que alguns clichês procedem? Os de amor, talvez? – Não estamos dizendo que os clichês são malígnos. Eles são uma mão na roda, quando trata-se de sobreviver ao fogo cruzado de uma relação a dois, por exemplo. O problema é que, para aprofundar-se em qualquer assunto, você tem de ultrapassá-los. Então podemos constatar quem é realmente inteligente.

Sendo clichê... seus planos para 2011?
Sou autor de Não existe mulher difícil , com Marcelo Serrado , em cartaz no mesmo teatro. Também estou em estúdio para a dublagem de Kung Fu Panda 2 , que estreia no meio do ano, além da minha amada A grande família . Perdoe o clichê, mas eu tô bombando! F

Fonte: JB

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Promoção


O ator Lucio Mauro Filho apresenta o monólogo “Clichê" no Teatro Leblon. Escrito por Marcelo Pedreira e com direção de Rubens Camelo, a peça é uma comédia que aborda o uso de expressões pré-estabelecidas nas mais variadas situações e contextos e levanta questões sérias sobre a linguagem. Quer concorrer a convites? Acesse o link abaixo e boa sorte!

Clique aqui!




Serviço

Teatro Leblon – Sala Marília Pêra
Sextas e sábados, às 23h30
Rua Conde Bernadotte, 26 - Leblon
Classificação: 12 anos

Fonte: MPB FM

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Bailinho nesta sexta no Pier Mauá



Como uma festinha no play no prédio do seu amigo, músicas clássicas se misturam a novos ritmos com o único objetivo de fazer a galera dançar. Assim acontece a festa Bailinho que terá sua próxima edição nessa sexta-feira, dia 21/01, no Píer Mauá.

A festa começa às 21h e traz Rodrigo Penna e Lucio Mauro Filho como DJ´s. Os ingressos custam R$ 100 a inteira e R$ 50 a meia e podem ser comprados pelo site www.ticketronic.com.br.
Como forma de ajudar às vítimas das enchentes, a cada água que você compra nesse baile, automaticamente outra é doada. Por isso, depois de dançar e suar bastante, lembre de tomar muita água!

Pier Mauá
Anexo 4, entrada pelo armazém 3
Av. Rodrigues Alves, 10 – Centro
Site: bailinho.com.br
Infos: (21) 2274.7420

Fonte:Rio Temporada

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Blog Teatro Café De volta aos palcos, Lucio Mauro Filho ataca os “clichês”


“A pergunta que não quer calar”, “abrir com chave de ouro”, “trocar figurinhas”, “cão chupando manga”, “quero ver o circo pegar fogo”. Quem nunca usou chavões como estes em seu dia a dia? É isso que Lucio Mauro Filho vem satirizar em seu novo espetáculo Clichê, que estreou nessa sexta feira (14) no Rio de Janeiro.

No monólogo o ator destaca clichês presentes na publicidade, nas novelas, no jornalismo, nos livros de autoajuda, na internet e em nosso cotidiano. Os espectadores acabam se identificando por meio dos personagens e é isso que torna a comédia ainda mais engraçada. Lucio Mauro Filho também acredita que o uso de frases prontas faz com que as pessoas deixem de exercitar o pensamento e por isso traz essa reflexão aos palcos.

Escrito por Marcelo Pedreira e com direção de Rubens Camelo, o espetáculo está em cartaz no Teatro Leblon, sextas e sábados às 23h30. Para o segundo semestre a intenção é trazer a montagem para a capital e interior de São Paulo e depois levá-la para outras cidades do país.

Veja o vídeo de um dos ensaios da comédia, divulgada no canal do youtube de Lucio Mauro Filho:



Fonte: Cennarium

sábado, 15 de janeiro de 2011

Lúcio Mauro Filho recebe pai e amigos na estréia da peça “Clichê”

O ator Lúcio Mauro Filho contou com um elenco de peso em sua estreia na peça Clichê.

O evento aconteceu na noite da última sexta-feira (14) e teve as presenças de Maria Paula, Lúcio Mauro, Aparecida Petrowki, Giulia Gam e Maria Clara Gueiros.


Fonte: Mixture e Contigo


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Estréia hoje Clichê


O Blog oficial Lucio Mauro Filho traz para você algumas cenas da nova peça do lucinho que estreia hoje nos teatros cariocas.

Trata-se de um monólogo que aborda os chavões jornalísticos, publicitários, de auto-ajuda e cotidiano buscando a reflexão sobre os vários clichês empregados no nosso cotidiano.
Imperdível!





quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Clichê

Há dez anos no ar em 'A Grande Família', Lúcio Mauro Filho faz rir no teatro com um texto feito só de chavões

Há dez anos no ar como o Tuco de “A Grande Família”, e tendo participado de humorísticos como “Zorra Total” e “Sexo Frágil”, Lúcio Mauro Filho sabe a importância dos clichês para construir sátiras e situações cômicas. Tanto que são justamente estes lugares-comuns a matéria-prima de seu novo espetáculo, “Clichê”, que estreia nesta sexta-feira, no Teatro Leblon.

O monólogo escrito por Marcelo Pedreira e dirigido por Rubens Camelo é inteiramente formado por chavões jornalísticos, publicitários, de auto-ajuda ou os do cotidiano. Através do humor, Lúcio Mauro desconstrói as mais batidas expressões e figuras de linguagem, para fazer com que o espectador se identifique, levando-o à reflexão: o clichê facilita ou impossibilita o pensamento?

Como surgiu a ideia de criar um monólogo só com chavões?
Eu, Pedreira e Camelo temos um projeto que está captando via Lei de Incentivo. No meio disso, ele me mandou o texto de “Clichê”, para que eu desse uma opinião artística. Na hora me apaixonei e lancei o desafio: “Vamos fazer isso agora, sem patrocínio, sem blá blá blá”. E os loucos toparam o desafio.

Qual foi a forma encontrada por vocês para desconstruir os chavões para o público? E como a plateia reage ao ser confrontada com essas quebras de paradigmas, é um misto de surpresa e risos?
Alguns a gente desconstruiu, outros a gente só reforçou, para que o espectador se veja no personagem. Não tem ninguém que tenha assistido aos ensaios que não tenha ficado dias se policiando quanto aos clichês. Tem riso de surpresa e risos nervosos. É uma comédia com muitas possibilidades.

Quais os clichês abordados pelo texto que você destacaria? E, para você, quais são os piores tipos de chavões: os do jornalismo, os da TV, os publicitários, os de auto-ajuda ou os do cotidiano?
Os de auto-ajuda são hors concours. É uma fórmula, os autores só mudam de cultura. A publicidade gosta de criar clichês memoráveis. É o sonho de qualquer homem da propaganda. Nas novelas, eles são praticamente a matéria-prima. Já os jornalistas travam uma verdadeira guerra contra os clichês, ao mesmo tempo que dependem deles como o ar que respiram. Quem já não ouviu um âncora anunciar: “Um elenco de medidas que atingem em cheio o bolso do consumidor”?

Acha que a internet e as redes sociais aumentaram o número de clichês com que nos deparamos atualmente?
A internet satura em qualquer gênero. Com os clichês não é diferente. É tudo reciclado à enésima potência. A internet já nasceu vendida...

O clichê é um elemento importante na cultura de massa, e é um recurso fundamental no humor feito para a TV. No caso de um programa consagrado como ‘A Grande Família’, qual é o maior desafio ao trabalhar com situações já conhecidas dos espectadores depois de 10 anos no ar?
O desafio é saber fazer o público se enxergar nessa família. Os clichês, quando bem utilizados, são uma ferramenta importante quando uma dramaturgia tem de se sustentar por tanto tempo.

Como é trabalhar há uma década com Marco Nanini, Marieta Severo, Pedro Cardoso, Guta Stresser, e o que acha que este convívio acrescentou à sua forma de interpretar? Há novidades para o personagem Tuco na próxima temporada da série?
É sem dúvida a maior faculdade que eu poderia ter feito. Eu vejo a contribuição de todos esses colegas no meu trabalho. Não só como ator, mas também como cidadão, representante de uma classe que precisa se organizar cada vez mais. É um privilégio. E 2011 é o ano que o Tuco vai chutar o pau da barraca, perdoe o clichê (risos).

Você atuou na comédia ‘Muita Calma Nessa Hora’, que ajudou o cinema brasileiro a bater o recorde de público da Retomada no ano passado, chegando a 25 milhões de espectadores para filmes nacionais. Acha que estamos inaugurando um novo ciclo?
O mais importante desse número é que temos drama social, comédias, filmes religiosos, ficção. Enfim, é um crescimento diversificado, como deve ser o cinema nacional. Um cinema que fale de qualquer assunto, sempre com qualidade. Muito orgulho de fazer parte do time de ‘Muita Calma Nessa Hora’. Um marco, com certeza!

Você tem outros projetos para a TV, teatro ou cinema em 2011?
Bom, esse ano começa intenso para mim. Além da estreia de “Clichê”, ainda tem "Não Existe Mulher Difícil", peça que adaptei e que Marcelo Serrado interpreta. Fora isso, estou trabalhando num projeto infanto-juvenil para a TV. Portanto, aguardem novidades, pois, sem conseguir evitar o clichê mais uma vez, em 2011 eu vou bombar (risos).

Fonte: Globo

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Estreia dia 14/01




Serviço:

Teatro Leblon – Sala Marília Pêra – Rua Conde Bernadotte, 26 – Leblon.
Preço: R$ 50 e R$ 25 (meia entrada)
Horário: Sextas e sábados, às 23h30.
Classificação: 12 anos

domingo, 9 de janeiro de 2011

Globo lança DVD com os melhores momentos de 'A Grande Família'


Os melhores momentos dos últimos 10 anos de “A Grande Família” estão agora em DVD, lançado pela Globo Marcas em parceria com a Som Livre. São dois discos de mais de cinco horas de conteúdo com episódios selecionados e separados por personagem.


O DVD contém ainda extras com um episódio especial de Seu Flor – interpretado por Rogério Cardoso, que faleceu em 2003. O personagem, pai de Nenê (Marieta Severo), era meio rabugento, mas engraçado e irônico. O diretor-geral da série, Maurício Farias, revela que foi uma escolha difícil. “Rogério foi um grande comediante e fez vários episódios sensacionais. É uma delícia rever seu trabalho”, conta. O episódio “Seu Flor – Pessoa sem ocupação, doze letras” tem participação especial de Marcos Oliveira e Raphael Molina.

“A Grande Família” tem redação final de Claudio Paiva, Bernardo Guilherme e Marcelo Gonçalves. Muitas histórias, segundo os roteiristas, foram inspiradas em suas próprias famílias ou em situações reais vividas por eles. Embora o foco de algum episódio possa estar em um personagem, Claudio, Bernardo e Marcelo concordam que há sempre a preocupação em distribuir bem a história entre eles na administração da redação. “É como cuidar de uma família”, lembra Claudio.

Sempre inspirados em situações cotidianas, os episódios exploram o humor de acordo com a realidade vivida pelos brasileiros. Um bom exemplo é o episódio "Família Palace Hotel". “Esse foi escrito na época do Pan no Rio de janeiro, a partir da notícia de que moradores da cidade poderiam se cadastrar para receber turistas em suas residências, funcionando como uma pousada domiciliar. Pensamos então em ‘receber’ os hóspedes estrangeiros na casa da família Silva”, recorda Bernardo.

Marcelo também traz ótimas recordações do trabalho em equipe. Em "A Grande Família Silva", episódio que marcou o nº 300, Tuco (Lucio Mauro Filho) tenta filmar o clã para ganhar um prêmio. “A família passa o programa discutindo o que vai gravar, quem escreverá a história, como um vê o outro como personagem etc. A ideia era justamente fazer uma brincadeira com o nosso próprio trabalho”, diz Marcelo.

O DVD está à venda no site da Globo Marcas e em lojas especializadas.

Fonte: Gazetaweb.com

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Clichê estreia dia 14 de janeiro no Teatro Leblon

Lúcio Mauro Filho discute a obsessão do brasileiro pelo lugar-comum em monólogo desafiador, todo escrito com chavões

O ator Lucio Mauro Filho mergulha no universo das palavras e questiona a (in) utilidade das frases prontas no espetáculo ‘Clichê’, que estreia dia 14 de janeiro, às 23h30, no Teatro Leblon. Escrito por Marcelo Pedreira e com direção de Rubens Camelo, o monólogo é uma comédia que levanta também questões sérias sobre a linguagem. “O clichê não passa de uma preguiça lingüística. Afinal, até que ponto respostas prontas são boas quando, no fundo, elas impedem o pensamento?”, questiona Lucio.

O texto, todo escrito em clichês, aborda o uso de expressões pré-estabelecidas nas mais variadas situações e contextos. São abordados os clichês jornalísticos, os clichês gritantes dos slogans publicitários, os clichês do mercado de auto-ajuda e aqueles cotidianos, implícitos em músicas, conversas formais ou no bate-papo na mesinha do botequim. São expressões que englobam clichês, frases feitas e chavões. “O mais impressionante é que algumas expressões ainda ficaram de fora”, brinca o ator, que chama atenção para o lado questionador do espetáculo: “O grande barato é que as pessoas não percebem que usam clichês o tempo todo. Acho que a peça vai causar um grande espanto na platéia e levantar a seguinte questão: Os clichês tornam a vida confortável ou são criados para massificar uma civilização?”.

Serviço:

Teatro Leblon – Sala Marília Pêra – Rua Conde Bernadotte, 26 – Leblon.
Preço: R$ 50 e R$ 25 (meia entrada)
Horário: Sextas e sábados, às 23h30.
Classificação: 12 anos


Fonte: Tudo de Bom


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Lucinho brinca com clichês em monólogo


Figura bastante conhecida na comédia, o ator Lúcio Mauro Filho se prepara para arrancar novas gargalhadas do público em 2011. Mas desta vez, não é por conta das caras e bocas de seus personagens na TV ou cinema. Ele quer fazer com que o público ria de si mesmo na peça Clichê, um monólogo com estreia marcada para 14 de janeiro, no Rio de Janeiro.

Na peça, o ator brinca com o hábito do brasileiro em usar chavão e provoca uma reflexão sobre as possibilidades da língua portuguesa. "A gente utiliza respostas prontas para não ter que pensar muito. Isso faz mal para a sociedade, faz com que a gente se aprofunde menos nas relações", conta o ator ao Portal CARAS. "E o clichê está em tudo: no jornalismo, na publicidade, em várias profissões. Está tanto na nossa vida que nem percebemos".

Com texto de Marcelo Pedreira e direção de Rubens Camelo, Clichê pretende instigar o público a fugir do lugar-comum. "A gente provoca uma reflexão. O espetáculo é desafiador para mim e para o público. É engraçado porque as pessoas se identificam com as situações e a comédia está muito mais nessas situações que nas minhas ações em cena", explica Lucinho.

O monólogo terá sessões às sextas e sábados às 23h30, no Teatro Leblon. Para o segundo semestre, a intenção é partir em turnê para capital e interior de São Paulo, e depois, fazer apresentações em vários estados do país. "Por ser um monólogo é mais fácil de viajar. Queremos levar o espetáculo ao máximo de lugares possível e atrair estudantes, profissionais. É uma peça muito leve".

Fonte: Caras

domingo, 2 de janeiro de 2011

Lucio Mauro Filho recebe convites para o carnaval baiano



Interpretando um playboy fissurado pela banda Chiclete com Banana no longa Muita Calma Nessa Hora, Lucio Mauro Filho agora é alvo de diversos convites para curtir o Carnaval na capital baiana. No embalo do personagem, o axé tem entrado inclusive nas pic-ups do ator, que também é DJ ” Isso está muito divertido. Quando eu estou tocando nas festas como DJ o pessoal fica pedindo ‘toca chiclete’ e eu atendo, claro”, conta Lúcio em entrevista ao portal Caras. Nada melhor do que aproveitar a fama para vir curtir o Chiclete de pertinho aqui na Bahia né? Parece que convites não faltam.”Sem falar nos meus amigos que ficam zoando e dizendo que eu tenho que ir para Salvador. Virei garoto-propaganda”, brinca o ator.

Foto: Edu Lopes
Fonte: Nem Te Conto

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